Falando um pouco sobre soldas, e sem entrar em muitos detalhes técnicos, ok?
A maioria prefere fazer a sua própria solda, e cada um tem a sua receita e o seu modo de prepará-la. No caso da solda de prata, a maior reclamação é o fato de a solda oxidar depois de um tempo e, pelo que sei e já ouvi de amigos que são mais experientes com a prata, não existe solda perfeita. Quer uma solda branquinha como a prata? Esqueça.
Ou usa-se uma solda forte — o que pode acabar derretendo a peça, dependendo da experiência do soldador — ou tenta-se encontrar a “menos pior”.
A melhor que usei até hoje é essa solda líquida, mas é importada, cara e difícil de achar.
Existem soldas prontas no mercado nacional que apresentam bons resultados, mas, se optar pela solda fraca, não adianta: comprando ou fazendo você mesmo, ela vai ficar amarelada com o tempo.
O recurso mais usado é adicionar o metal cádmio à liga da solda para usar menos latão (o latão é a principal causa de a solda ficar amarelada) e deixar a solda mais fusível. Porém, o cádmio é extremamente perigoso para a saúde, pois é um metal cumulativo e altamente cancerígeno.
Quanto à solda de ouro, geralmente mistura-se uma solda de prata fraca com ouro 18 k, mas é lógico que essa solda terá teor mais baixo. Se quiser uma solda de ouro 750 (18 k), use a tabela abaixo para o teor 750.
Outra opção muito interessante são as pré-ligas para solda. Elas facilitam bastante o processo, pois basta adicioná-las ao ouro puro (0,999) na proporção de 33%.
Com isso, você obtém soldas com teor 18 k, já prontas para uso, podendo escolher entre solda forte, média, fraca e até superfraca, de acordo com a necessidade do trabalho.

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